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Revelado: campeão em Le Mans pagou R$ 19,1 milhões para correr na F1

Por Nelly Sandra
15 de outubro de 2025
Em Últimas notícias
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Alguns documentos judiciais revelaram informações sobre quanto os pilotos novatos estão favoráveis a pagar para participar de uma sessão de treinos grátis.

O caso jurídico McLaren x Alex Palou segue rendendo esta semana, onde a equipe papaya busca uma indenização milionária após o piloto espanhol admitir uma quebra de contrato com o time.

Palou havia assinado um acordo para juntar-se ao grupo de pilotos da McLaren, porém afirmou ao tribunal em Londres, que perdeu a esperança no contrato quando um caminho para ingressar na Fórmula 1 se tornou menos provável em 2023, o fazendo permanecer na Chip Ganassi Racing.

O espanhol que corre na IndyCar, chegou a participar de uma sessão de treinos com a McLaren, vestindo a camisa do Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2022, como integrante do programa de desenvolvimento do time de Woking.

Segundo informações do Motorsport Magazine, documentos do processo judicial demonstraram o quanto alguns pilotos novatos estão interessados em participar de uma hora de corrida.

No Grande Prêmio de Abu Dhabi de 2024, o vencedor de Le Mans e bicampeão do WEC, Ryo Hirakawa, decidiu desembolsar cerca de US$ 3,5 milhões por uma participação no FP1, além de duas atuações em eventos de Testes de Carros Anteriores (TPC).

O evento marcou a estreia de Hirakawa no TL1, com o japonês substituindo Oscar Piastri em seu carro. Desde então, o piloto participou de mais três Treinos Livres, desta vez pilotando a Alpine no Japão e logo após o carro da Haas, no Bahrein e na Espanha.

Cada equipe que compõe o grid da F1 é obrigada a ofertar quatro sessões de TL1 por temporada para pilotos novatos.

Parte da defesa de Palou será sobre as finanças associadas às aparições do espanhol nos eventos de TPC e sua participação no FP1. Seu jurídico argumenta que o piloto não deve nada à McLaren: “A equipe já recebeu exatamente o que esperava: um piloto reserva de F1 de outubro de 2022 a agosto de 2023 e uma oportunidade de avaliar seu potencial em um carro de F1”.

Contudo, o CEO da McLaren, Zak Brown, decidiu atenuar a alegação afirmando que “Até Lando Norris” pagou para participar do programa até ser promovido a piloto em tempo integral em 2019.

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