O retorno de Sergio Pérez deve ser anunciado ainda nesta semana, com o piloto mexicano juntando-se a nova equipe do grid principal da Fórmula 1, Cadillac. O contrato em duas partes será válido por vários anos, como apurou o Motorsport.com.
Após meses de negociações, Checo e a Cadillac finalizaram todas as conversas recentemente, com um desfecho positivo.
Um dos principais pontos para a discussão se estender foi a duração do contrato, onde Pérez planejava um trabalho à longo prazo. Por este motivo, entende-se que o mexicano aceitou um acordo de vários anos, que cheguem ao menos duas temporadas, com opção de renovação para uma terceira, possibilitando uma continuidade após o que se espera de uma estreia complicada, em 2026.
Após ficar um ano fora do grid principal da Fórmula 1, após sua saída da Red Bull ao fim da temporada 2024, Pérez deverá formar dupla com Valtteri Bottas, outro piloto experiente que já venceu corridas na principal competição automobilística do mundo. A 11ª equipa do grid será norte-americana, com sede no Reino Unido e nos Estados Unidos, além de ter seus motores movidos pela Ferrari.
A Cadillac decidiu chegar com força na sua temporada de estreia, apostando na dupla experiente para ajudar o chefe da equipe, Graeme Lowdon, na missão de enfrentar 10 escuderias já consagradas, embora todos cheguem com as mesmas chances por conta da mudança no regulamento, em 2026.
É importante ressaltar que ambos os pilotos terão o mesmo status na equipe. É estimado que Pérez seja apresentado em breve, permitindo que o mexicano se integre rapidamente com os preparativos da equipe para sua estreia, trabalhando em conjunto com os engenheiros da Cadillac, na sede em Silverstone.
Durante sua primeira passagem de 14 anos na F1, conquistou seis vitórias, obtendo a primeira consagração no GP de Sakhir pela Racing Point, em 2020, antes de ser contratado pela Red Bull Racing, para atuar ao lado de Max Verstappen.
Com a escuderia austríaca, Pérez conquistou outras cinco vitórias, antes de ter uma queda de desempenho drástica, o levando a ser dispensado no final de 2024, embora tenha renovado o contrato meses antes. Após sua saída, Liam Lawson e Yuki Tsunoda, tentaram ocupar seu assento ao lado de Verstappen, mas também não obtiveram sucesso nesta missão.