Todo fã de Fórmula 1 aprendeu a amar a categoria em uma época marcada por grandes nomes. Quem cresceu nos anos 1990 ou início dos 2000 certamente se lembra de pilotos como Rubens Barrichello e Juan Pablo Montoya brilhando nas pistas ao redor do mundo.
Agora, tudo indica que esses sobrenomes lendários podem voltar ao grid — desta vez representados pelos filhos de suas antigas estrelas. Não é incomum que herdeiros sigam o caminho dos pais no automobilismo, e o exemplo mais notável da atualidade é o de Max Verstappen.
Enquanto Jos Verstappen competiu entre 1994 e 2003 sem conquistar vitórias, seu filho Max já superou amplamente o legado familiar, conquistando quatro títulos mundiais. Outros casos semelhantes surgiram recentemente, como Mick Schumacher, filho do heptacampeão Michael Schumacher, e Kevin Magnussen, cujo pai, Jan, também correu na F1.
Montoya e Barrichello na nova geração
O nome mais próximo de chegar à Fórmula 1 é o de Sebastián Montoya, que em 2025 disputa a Fórmula 2 — a principal porta de entrada para a categoria máxima. Filho de Juan Pablo Montoya, que correu na F1 entre 2001 e 2006, o jovem ainda busca regularidade: terminou as duas últimas temporadas da Fórmula 3 em 16º e 17º lugares.
Outro talento promissor é Fernando “Fefo” Barrichello, filho de Rubens Barrichello, que deverá competir na Fórmula 3 em 2026. Além deles, há outros filhos de ex-pilotos começando a trilhar seu caminho nas categorias de base, ainda nos primeiros passos de suas carreiras no automobilismo internacional.