Durante a classificação do Grande Prêmio do Brasil neste último fim de semana, Max Verstappen foi eliminado no Q1, fazendo com que a Red Bull optasse por iniciar a prova diretamente dos boxes para revolucionar o acerto do carro novamente, já que o holandês queria eliminar todas as atualizações feitas para a prova no México, voltando para a versão da corrida nos EUA.
Uma introdução óbvia foi a de uma unidade de potência nova, já que ela era “gratuita” em termos de posições no grid. O conceito desta mudança chegou a ser questionada pela McLaren, que solicitou esclarecimentos da FIA sobre a novidade do time taurino, se ela seria ou não contabilizada no limite orçamentário.
Segundo o regulamento, uma nova unidade de potência adicionada no final da temporada por motivos de confiabilidade não é acrescentada no teto orçamentário, caso for uma escolha deliberada da equipe por razões de desempenho, incluída no teto de gastos.
De acordo com o The-Race.com, a Red Bull declarou que Max poderia ter finalizado a temporada com o conjunto de motores disponíveis até a prova em Interlagos.
“Estou interessado em entender se o custo deste motor agora se enquadra no teto de gastos ou não. Se o motor foi substituído por razões de desempenho, ele deve se enquadrar no teto de gastos. Então, vamos ver se é esse o caso, embora eu não possa verificar isso, já que tudo depende da Red Bull. Não instalamos novos motores justamente porque eles acabariam entrando no teto orçamentário”, respondeu Andrea Stella, chefe da McLaren.