Um dos principais nomes da Fórmula 1 nos últimos anos, Sebastian Vettel pegou todos de surpresa quando trocou a Red Bull e trilhou rumo à Maranello. O anuncio oficial da contratação do então tetracampeão mundial ocorreu em 2014, com a Ferrari tendo suas esperanças na busca por um título renovadas.
Segundo informações do jornal britânico “The Telegraph”, o acordo de Vettel previa um pagamento total de 150 milhões de libras (R$ 593 milhões na cotação da época) por três temporadas, resumindo 50 milhões por ano. O valor tornou-se recorde, colocando o alemão em uma alta posição no ranking de atletas mais bem pagos do mundo.
No ano da contratação, Vettel ocupava apenas a 83ª posição na lista divulgada pela revista Forbes, tendo um faturamento anual de 16 milhões de euros (R$ 50 milhões). Com os valores na Scuderia, o tetracampeão mundial saltou para terceiro lugar, na época ficando atras apenas do boxeador americano Floyd Mayweather (US$ 105 milhões, ou R$ 265 milhões) e do jogador de futebol português Cristiano Ronaldo (US$ 80 milhões, ou R$ 201,8 milhões).
O acordo entre a Ferrari e Vettel surpreendeu pelo fato do alemão ter contrato vigente com a Red Bull até o fim de 2015, mas uma cláusula de desempenho possibilitou sua saída antecipada.
Chegando para ocupar o assento deixado por Fernando Alonso, Vettel afirmou que estava realizando um sonho e que chegava com planos de se tornar campeão vestindo o macacão vermelho.
O casamento entre Sebastian Vettel e a Ferrari chegou ao fim em 2020, mas não sendo como esperado por nenhuma das partes. O alemão venceu apenas 14 vezes pelo time italiano, mas não conseguiu nenhum título mundial com a equipe.