Um dos proprietários da Aston Martin, o canadense Lawrence Stroll, tem uma fortuna estimada pela Forbes em US$ 3,1 bilhões — e ostenta uma coleção de luxo que vai de superiates a carros raríssimos, incluindo o automóvel mais caro do mundo.
Stroll entrou definitivamente no automobilismo em 2018, quando comprou os ativos da Force India, então à beira da falência. No ano seguinte, levou para a equipe seu filho, Lance Stroll, ex-Williams, e o time passou a competir como Racing Point.
Em 2020, o empresário deu um passo ainda maior: apresentou um plano de resgate para a icônica Aston Martin, famosa por sua ligação com James Bond. Os acionistas aprovaram sua entrada com 16,7% da companhia, mediante um investimento de US$ 239 milhões, além de um aporte adicional de US$ 72,8 milhões em curto prazo. Assim, a Racing Point evoluiu para a atual Aston Martin Formula 1 Team.
Uma vida de luxo com o carro mais caro do mundo na garagem
Na garagem, o destaque é uma Ferrari 250 GTO, adquirida em 2018 por 50 milhões de libras (aprox. R$ 362 milhões). Ele também possui uma Ferrari 275 GTB de 1967, comprada em 2013 por 20 milhões de libras (cerca de R$ 145 milhões). Sua coleção inclui ainda vários modelos da McLaren e um Ford GT, totalizando R$ 896 milhões em automóveis.
O império da moda
Stroll construiu sua fortuna investindo em marcas de luxo. Em 2011, liderou o bem-sucedido IPO da Michael Kors. Antes disso, foi peça-chave na expansão de grifes como Pierre Cardin e Ralph Lauren no Canadá. Ele também investiu na Tommy Hilfiger e na joalheria Asprey & Gerrard.
Ao longo das últimas décadas, Lawrence Stroll consolidou-se como um dos nomes mais influentes tanto na moda quanto no automobilismo — unindo negócios, luxo e velocidade como poucos.