Os preparativos para os Jogos Olímpicos de 2028, realizado nos Estados Unidos seguem à todo vapor. Com várias modalidades presentes na lista da competição, uma em especial que arrasta multidões segue de fora: a Fórmula 1.
Na verdade, nenhum esporte a motor poderá tornar-se modalidade olímpica, fazendo com que este tema seja uma grande polêmica desde 2012.
Segundo o site olympics.com, página oficial dos jogos, a Carta Olímpica declara que: “Esportes, disciplinas ou eventos em que o desempenho depende essencialmente de propulsão mecânica não são aceitáveis”. Ou seja, o conceito da Olímpiada é uma competição entre atletas, excluindo os equipamentos.
Desde 11 de janeiro de 2012, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) é reconhecida como uma federação esportiva pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Contudo, este relacionamento não engrenou e praticamente aniquilou qualquer chance da categoria ser adicionada ao quadro olímpico, ficando de fora das edições de: Londres (2012), Rio de Janeiro (2016), Tóquio (2020), Paris (2024) e agora, Los Angeles (2028).
Confira o que diz a Carta Olímpica
“Somente esportes amplamente praticados por homens em pelo menos 75 países e em quatro continentes, e por mulheres em pelo menos 40 países e em três continentes, poderão ser incluídos na programação dos Jogos do Olímpicos.”
Mesmo a FIA divulgando que possuem cerca de 242 membros de Clubes de automobilismo e estar presente em 147 países, no site constam apenas 33 competições credenciadas, incluindo a F1.