Enquanto Ayrton Senna construía sua vitoriosa carreira na Fórmula 1 e adicionava seu nome na história, grandes amizades começaram a ser formadas nos bastidores da principal categoria do automobilismo mundial. Dentre uma delas estava Gerhard Berger, piloto austríaco que trabalhou ao lado do tricampeão mundial na McLaren, durante os anos de 1990 e 1992. O interessante é que este veterano na categoria ainda conseguiu ter boas lembranças com Michael Schumacher, que anos depois veio brilhar na F1, mas que agora vive recluso após sofrer um grave acidente em 2013.
Sem fazer aparições públicas por ter tido graves sequelas ao bater a cabeça em uma pedra enquanto esquiava nos alpes franceses, o heptacampeão mundial de Fórmula 1 vive em um completo sigilo com sua família, tendo apenas alguns amigos próximos liberados para o visitarem, sempre com a esposa do alemão Corinna cuidando de tudo.
Durante uma entrevista ao Sportbible, o ex-chefe de operações da Red Bull, Richard Hopkins confirmou que recentemente foi ver Schumacher, porém que não fazia parte da seleta lista de pessoas que tem liberação para encontrar o heptacampeão mundial constantemente. Ele contou que apenas Jean Todt, Ross Brawn e Gerhard Berger são autorizados à fazerem as visitas periodicamente, sempre com a aprovação da família.
Mesmo o amigo de Senna tendo liberação e a confiança da família de Schumacher para acompanhar o ex-piloto com frequência, as notícias sobre seu estado atual de saúde não são favoráveis.
“Não acho que veremos Michael novamente. Sinto-me desconfortável em falar sobre o estado de saúde dele devido ao sigilo que a família, por razões justificadas, deseja manter”, finalizou Hopkins.