Realizado neste último fim de semana, o Grande Prêmio da Itália se tornou a corrida completa mais rápida da história da Fórmula 1. Com apenas 1h13min24s de alta velocidade na pista, a etapa de 2025 superou a edição de 2003 da prova em Monza, por apenas 1min4s. Na época, Michael Schumacher venceu a etapa ao completar os 306km em 1h14m19s. Ou seja, está é apenas a segunda vez que este recorde é quebrado nos últimos 54 anos.
Estatisticamente, o GP da Itália da atual temporada ficará em nono na lista de provas mais curtas da história da F1. Contudo todas as oitos que ficaram à frente da etapa do último domingo (07), sofrerão reduções no número de voltas, como o controverso GP da Bélgica de 2021, que figura na primeira posição com 3min27s, todos percorridos com o safety-car.
A prova que aconteceu na Austrália em 1991, também aparecerão na lista, assim como Espanha 1975, Malásia 2009, Áustria 1975, Mônaco 1984, Itália 1978 e Bélgica 2001. Todas essas etapas, contudo, sofreram algum tipo de redução no número de voltas.
O Grande Prêmio da Itália de 2025 também superou a edição de 2023 da prova italiana, sofrendo uma redução de duas voltas e completada em 1h13min41s. Algo interessante nesta lista geral, é que incluindo provas reduzidas, o GP da Itália aparece em todas as posições do nono ao 21º. Já no Top-50, Monza se destaca em 37 oportunidades.
Na pista, Max Verstappen largou na pole e finalizou a corrida em primeiro, voltando a vencer uma etapa na atual temporada, a terceira em 2025. A dupla da McLaren completou o pódio.