Um dos maiores nomes do automobilismo mundial, décadas após sua última corrida e falecimento, Ayrton Senna permanece sendo um sinônimo de genialidade e propósito. Na série lançada pela Netflix em 2024, “Senna”, reativando as lembranças e curiosidades do público sobre vários aspectos, incluindo a fortuna e legado fora das pistas.
O longa trouxe de volta o debate sobre como o tricampeão mundial de Fórmula 1 administrou todo seu sucesso, dinheiro e influência, tudo com uma rara consciência social do piloto.
Recebendo valores de contratos competitivos, bônus por desempenho, acordos publicitários e até empreendimentos particulares.
Tricampeão mundial de Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991), Senna acumulou valores milionários, números muito além do salário recebido por Ayrton. Com contratos publicitários, investimentos e bonificação por vitória, aumentaram drasticamente um patrimônio, como informou o biógrafo Tom Rubython, atingindo um valor de US$ 400 milhões em 1994, algo que se aproxima de R$ 2 bilhões de reais.
Auxiliando na inflação dos gastos, este valor aproxima-se atualmente com US$ 828 milhões, ou R$ 4 bilhões. Com isso, Senna permanece sendo uma das personalidades esportivas mais ricas de sua geração.
Contudo, um dos fatores que mais chama atenção é o destino das cifras: boa parte foram destinadas a ações sociais e à criação de um instituto, que atualmente, leva seu nome e propósito a milhares de brasileiros espalhados pelo país.