Após quatro anos correndo pela equipe-irmã da Red Bull, atualmente a Racing Bulls (que já foi Toro Rosso e AlphaTauri), Yuki Tsunoda finalmente foi provido para os Taurinos em 2025, para ocupar o lugar de Liam Lawson, que não teve um bom desempenho nas duas primeiras corridas do ano. Contudo, ser companheiro de Max Verstappen não é uma tarefa fácil.
O japonês tem vivido momentos turbulentos na temporada e agora não sabe se terá uma vaga garantida para o próximo ano.
Apoiado pela Honda, empresa fornecedora de motores para a Red Bull desde 2019 (além da AlphaTauri, desde 2018), alguns rumores garantem que a promoção do piloto japonês para o time principal da RBR, ocorreu por conta de um benefício financeiro que a equipe austríaca recebeu. Contudo, a parceria entre as duas parte se encerra ao fim de 2025, com a montadora japonesa envolvendo-se com a Aston Mártir a parti de 2026.
Por conta deste cenário não tão vantajoso, com Tsunoda ficando na penúltima colocação no Campeonato de Pilotos, o japonês agora começou a ter sua vaga ameaçada por Isack Hadjar, além de entender que não terá mais o apoio da Honda futuramente, ele precisa começar a pensar mais adiante.
Uma das opções do piloto japonês será acompanhar a Honda, que apoia sua carreira até antes de sua promoção e tentar uma vaga como reserva na Aston Martin. Porém essa transferência não será uma tarefa fácil.
De acordo com informações do site Motorsportweek, o chefe de automobilismo da Honda, Kenji Watanabe, declarou que Yuki não poderá depender da marca permanentemente.
Ele deve agir por ele mesmo. Ele está no quinto ano na categoria, tem a habilidade e entende bem como o mundo da F1 funciona. Não há muito mais que podemos fazer por ele. Pilotos não podem depender da Honda para sempre. Alguém com o nível de carreira de Tsunoda precisa pensar por si mesmo”, revelou Watanabe.