A próxima temporada da Fórmula 1 será cheia de novidades, principalmente com a adição dos novos regulamentos dos motores para a próxima temporada, além de adotar combustíveis mais sustentáveis, algo que será importante para o futuro da categoria. Essas mudanças irão bem além dos motores, que ganharão uma maior potência elétrica e tem como principal objetivo reduzir o carbono da competição.
A FIA anunciou que todos os carros da F1, a partir do próximo ano, precisarão utilizar combustíveis sustentáveis avançados, produzidos a partir de componentes de biomassa não alimentícia, fontes renováveis e até mesmo de resíduos de lixo. Esses abastecimentos precisarão cumprir difíceis padrões de emissão de gases do efeito estufa, fazendo com que a entidade faça uma verificação da conformidade em suas regras ambientais.
Quando falamos sobre os fornecedores, o ano de 2026 trará uma grande diversidade entre as equipes sendo parceiras e as marcas de combustíveis. Cada fabricante de unidade de potência estará ligado a um fornecedor específico, demonstrando uma parte importante das estratégias para o meio ambiente da Fórmula 1.
Uma parceria que já dura anos e está confirmada para mais uma temporada é entre a Ferrari e a Shell. A colaboração de amis de 60 anos ajudou a Scuderia na conquista de 10 títulos mundiais no Campeonato de Construtores e 12 no Mundial de Pilotos, permanecendo na luta ao lado do time de Maranello por mais vitórias, agora estampando Charles Leclerc e Lewis Hamilton em seus banners.
Parcerias confirmadas 2026
- Motores Mercedes: Mercedes, McLaren, Williams e Alpine utilizarão combustível fornecido pela Petronas.
- Motores Ferrari: Ferrari, Haas e Cadillac utilizarão combustível fornecido pela Shell.
- Motores Honda: Aston Martin utilizará combustível fornecido pela Aramco.
- Motores Red Bull Powetrains-Ford: Red Bull e Racing Bulls utilizarão combustível fornecido pela ExxonMobil.
- Motores Audi: Audi utilizará combustível fornecido pela Castrol, através de parceria com a bp.
Essas ligações são essenciais para o sucesso da transição da categoria para os combustíveis sustentáveis, que não atendem apenas as novas regras da FIA, mas também representa um passo importante do esporte à favor da sustentabilidade.