Durante a disputa do Grande Prêmio do Brasil, Andrea Stella, chefe da McLaren, indagou sobre a decisão da Red Bull sobre a troca de motor de Max Verstappen e aceitar a punição da FIA, que mandou o holandês largar dos boxes da Fórmula 1.
O dirigente papaya questionou se a troca entraria nos custos da equipe ao longo de 2025, além de buscar saber se a Red Bull teria atenção redobrada para não ultrapassar o limite orçamentário.
Realmente as regras financeiras da Fórmula 1 possuem uma área que trata a este respeito. Não foi determinado uma troca de motor, que serve apenas para o desempenho, está dentro ou não do teto orçamentário. Contudo, há uma diretriz da FIA em que: uma troca de motor só fica fora do teto orçamentário se houver um bom motivo para isso.
Este é o fato levantado pela Comissão de F1 que aconteceu na sexta (14), como informou o The Race. As equipes decidiram consultar a FIA e a categoria, para determinar se as regras concretas serão prescritas para novas trocas de motores e quais casos devem se enquadrar no teto orçamentário.