Um dos maiores nomes da história da Fórmula 1, Michael Schumacher tem seu nome gravado na categoria e um legado de dar inveja, demonstrando sempre ter um espírito competitivo e uma técnica importante, que o auxiliou na conquista dos seus sete títulos mundiais.
Acumulando vários recordes que o consagraram como um gigante do automobilismo mundial, ninguém imagina que seu início na principal categoria ocorreu graças a uma briga e que nem foi dele.
Em 1991, Bertrand Gachot, primeiro piloto da Jordan, foi preso por se envolver em uma briga. Para que o alemão não perdesse está chance, o seu empresário propôs pagar US$ 237 mil que Eddie Jordan pedia, para que ele substituísse o francês, conseguindo o convencer a fechar o acordo.
Na época, o empresário afirmou que Schumacher era especialista no circuito de Spa-Francochamps, o que depois o próprio piloto desmentiu: “Eu havia dado apenas uma volta de bicicleta na pista”.
Com apenas uma corrida, o alemão chamou atenção de Flávio Briatore, ao conquistar a sétima posição na classificação. Já na prova, Schumacher saltou para a 4ª posição, surpreendendo à todos, porém um problema na embreagem obrigou o jovem piloto a abandonar a prova de forma prematura, mas foi o suficiente para ele colocar seu nome em algumas listas de possíveis contratações.
Briatore decidiu apostar em Michael e despediu o piloto brasileiro Roberto Pupo Moreno, contratando-o para ser companheiro de equipe do tricampeão mundial, Nelson Piquet na Benetton, já a partir do GP da Itália, com ele finalizando a prova logo de cara na 5ª posição.