Adriane Galisteu namorou com Ayrton Senna entre 1993 e 1994, decidindo agora revelar alguns dos bens materiais recebidos do piloto antes do seu falecimento em Ímola, há mais de 30 anos. A apresentadora afirmou que aguarda até hoje, além de ter recebido uma proposta para vender uma “relíquia”, porém se negou, por ter um valor simbólico para ela.
Galisteu comentou durante uma entrevista ao site Notívias da TV, que mesmo sendo chamada de “interesseira e “oportunista” por conta do relacionamento com o tricampeão mundial, não ficou com nada que foi do piloto, além dos presentes que recebeu dele.
“Em termos de bens materiais, o que ficou para mim foi um Fiat Uno, esses óculos, que eu carrego para todo lugar e está em todas as fotos relacionadas ao Ayrton, uma escova de dentes e um pijama. Foi o que ele me deixou”, contou a apresentadora.
Foi justamente este Fiat Uno Mille Electronic 1993, que tornou-se um objeto desejado pelos fãs de Senna. Atualmente, o carro é avaliado em aproximadamente R$ 6 mil no mercado.
Contudo, a apresentadora afirmou que o carro que raramente sai da garagem, simboliza o carinho e a simplicidade do casal, mesmo recebendo uma oferta de R$ 200 mil por ele, não pretende vendê-lo.
“Era o sonho de qualquer menina da minha época, que era de classe média baixa. Para mim, era um carro muito inalcançável. Ele ficou me olhando e disse: ‘Que carro você quer?’”, revelou Galisteu.
A última namorada do tricampeão mundial ressaltou novamente durante seu documentário “Meu Ayrton”, da HBO Max, que não ficou com nenhum dinheiro do piloto após sua morte: “Tinha um cartão do Banco Nacional, era uma conta que ele abriu para mim. Aí eu liguei e não tinha mais o cartão. Ficou por isso mesmo. Pensava: ‘Ah, esse dinheiro nunca foi meu, né?’”.