Faltando apenas três etapas para o fim da atual temporada da Fórmula 1, Liam Lawson, Isack Hadjar e Yuki Tsunoda seguem brigando por uma vaga no grid principal da categoria no próximo ano. A indefinição sobre a dupla de pilotos da Red Bull abriu uma “prorrogação” para lutarem por um assento ao lado de Max Verstappen.
Após o Grande Prêmio de São Paulo, Liam Lawson reconheceu que este tempo lhe deu um pouco mais de tempo para tentar convencer os austríacos para mantê-lo no próximo ano. É importante relembrar que mesmo estudando quem será o companheiro do holandês, Isack Hadjar sai na frente pela temporada impressionante que vem fazendo.
“Apenas pequenas coisas. Acho que estamos mais focados nessas corridas, não tanto… Acho que todos estamos cientes de que as decisões estão vindo no final do ano. Mas a mensagem para nós é a mesma de sempre. É obviamente performar, é isso que estou tentando fazer, o que todos estamos tentando fazer. Não há nada mais profundo do que isso no momento. Isso realmente vai determinar o próximo ano”, declarou Lawson, que admitiu sobre a indefinição do seu futuro.
Praticamente assegurado no grid em 2026, Hadjar, que já confirmou ter contrato garantido com a Red Bull, ainda não sabe para qual equipe irá correr. O franco-argelino tornou-se um dos grandes destaques da temporada, mesmo sendo novato, ganhando força para assumir a vaga que atualmente é ocupada por Yuki Tsunoda, que não vive um bom momento no campeonato.
Outro problema que surgiu foi a ascensão meteórica de Arvid Lindblad, piloto júnior da F2, que é apontado como potencial substituto de Hadjar na Racing, caso ele realmente vá para o time principal da equipe austríaca.
“Não. De forma alguma. Não tem nada a ver com os novos regulamentos. Estamos em uma disputa muito apertada, como já falamos. Mas também a Red Bull está em uma briga muito apertada no Campeonato de Construtores, e queremos estabilidade. Isso pode muito bem ir até o final da temporada. Então pode ser que não tenhamos nada até segunda-feira de manhã depois de Abu Dhabi. Não sei exatamente quando será, mas essa é a razão. Não tem nada a ver com as regras do próximo ano”, declarou o chefe da Racing Bulls, Alan Permane, que garantiu que a mudança no regulamento da categoria não afetará na escolha.