O futuro de Max Verstappen na próxima temporada da Fórmula 1 segue sendo uma das notícias mais comentadas nos últimos dias. Além dos rumores de uma possível saída da Red Bull para correr pela Mercedes, muitas vezes é questionado o desejo o tetracampeão buscar um novo rumo em outra categoria automobilístico.
Com sugestões de que Max desista de correr na Fórmula 1 depois de 2028, quando seu atual contrato com a RB expira, existem suposições do seu próximo destino. Recentemente, o holandês esteve em Nünburgring em um carro de GT3, dando pistas sobre qual poderá ser seu futuro.
Contudo, Luyendyk deseja vê-o competindo na IndyCar, convidando o piloto para participar futuramente.
“Eu adoraria vê-lo em um IndyCar. Sim, ele tem um talento incrível. E, além disso, é um cara legal. Para mim, ele é”, declarou ao RACER.
Com uma carreira de sucesso construída nas corridas de monopostos americanas, Luyendyk estrou em 1984 e venceu as 500 Milhas de Indianápolis, em 1990.
Mesmo estando ansioso para ver Verstappen se inspirar na sua trajetória e ingressar na competição norte-americana, Luyendyk notou uma diferença entre o tetracampeão holandês, e seu adversário nos últimos campeonatos, Lando Norris, da McLaren, durante a comunicação por rádio.
Eu estava assistindo à corrida brasileira na Netflix, e lá estava a comunicação via rádio. E aí você ouve o Lando no rádio, e depois ouve o Max, e é como se você estivesse ouvindo um Lando de 12 anos e um Max veterano de 30 anos. Tão calmo, tão calculista. Tipo, ‘É, eu aguento mais cinco minutos com esse tempo’, sabe, e o Lando dizia, ‘Ah, vamos todos morrer’, ou algo assim”, comentou o campeão de IndyCar.
O piloto ainda declarou que Max é “multitarefa”, podendo fazer várias coisas ao mesmo tempo e que todo seu talento vem dos tempos de kart, quando o holandês ainda era uma criança.
“Ele simplesmente vê a imagem completa, e ele a obtém em um nanossegundo”, comentou.
Luyendyk ainda destacou o papel de Jos Verstappen na carreira do filho, sendo duro na hora dos ensinamento e o tornou um tetracampeão avassalador.
“á ouvi histórias em que ele falava tanto com ele que era inacreditável. Quase como abuso infantil. Mas, veja bem, isso fez do Max o que ele é. Um motorista de nível superior, mas também maluco”, finalizou.