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Famoso site traz 5 revoluções técnicas já vistas na Fórmula 1 em 2025

Por Nelly Sandra
22 de julho de 2025
Em Últimas notícias
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Um dos principais motivos pelos sucessos dos carros da Fórmula 1, os designers sempre buscam maneiras de deixarem sua equipe na vantagem, fazendo constantes mudanças mesmo que pareçam pequenas para superar os concorrentes. Por conta dessas observações, novas soluções interessantes surgem à medida que elas são exploradas, porém tudo dentro da regulamentação.

Embora alguns projetos sejam obviamente maiores, muitas vezes as soluções são pequenas, mas interessantes para quem gosta da área, chamando assim uma atenção maior, como consta o portal PlanetF1.

Caso haja um espaço dentro de uma região da caixa criado pelos regulamentos, poderá ser garantido que se não houver necessidade de uma carroceria no local, existe uma questão pequena que pode ser adicionada ali.

Algumas mudanças são claramente mais benéficas que outras, com alguns carros tendo mais vantagens direta de desempenho, enquanto outros podem ser utilizados para influenciar as condições de fluxo a jusante deles.

No caso da Williams, eles introduziram uma miniasa no início da temporada, montada em ambas as laterais do pilar de suporte da asa traseira. É um desing parecido com o “assento de macaco”, visto na era V8, embora o aleta simplista fique mas acima da saída de escape, ajudando a unificar as estruturas de fluxo ao redor.

A escuderia tem usado esta mini-asa com moderação durante a temporada, muitas vezes combinando-a com seus layouts de asa traseira e asa em feixe com uma maior configuração de downforce.

Outra equipe que mostrou uma certa habilidade na novidade no início da temporada foi a Aston Martin, com uma solução exclusiva encontrada ao lado da perna traseira do halo que ajuda a reduzir algumas perdas associadas naquele setor.

A ranhura vertical e final que absorve parte do fluxo de ar que normalmente se espalha pela carenagem do halo, o enviando para dentro e assim, corrigindo algumas das ineficiências que poderiam existir.

A Sauber também foi outra que apresentou um novo layout de sidepod na primeira corrida da temporada, na Austrália, que mostrou ser uma solução inovadora baseada em alguns dos recursos de design já visto anteriormente nos adversários.

Outra elevação pode ser encontrado na entrada, de tamanho similar, na região externa ao da asa media acima, e que se estendia ao redor do flanco do sidepod.

O layout expandiu os limites do que já havia sido feito geometricamente nesta parte do carro até este ponto e não apenas visar o melhoramento do resfriamento, devido à mudança resultante no formato da entrada, mas também melhora a maneira como o fluxo de ar que se move ao redor do ombro do sidepod.

A Red Bull também aproveitou a adição de uma palheta ao seu sidepod, como parte do pacote de atualização de que eles introduziriam no Grande Prêmio da Emília Romagna.

Com a introdução da palheta feita junto com um layout revisado na parte frontal de sidepod, por meio do qual a Red Bull decidiu adotar a solução de “asa média”, parecido ao visto em modelos como os da McLaren.

Com isto, foi permitido que eles repensassem o design das hastes dos espelhos, com a ponta mais externa da asa central conectada à haste.

Já o layout do sidepod é diferente do da Sauber, a instalação das palhetas pode ser achado na parte rebaixada do sidepod, ajudando a desviar o fluxo de ar ao redor da parte inferior do veículo e assim, melhorando sua passagem para jusante.

McLaren com caudas de sereia

Atual líder de construtores, a McLaren apresentou um novo design de asa dianteira no Grande Prêmio do Canadá, com alterações na parte externa dos flaps, onde poderia ser achado com a placa final. Esta já foi uma área de intenso desenvolvimento para as escuderias durante o ciclo regulatório, por conta do seu comportamento diferente do fluxo de ar na junção.

A Mercedes foi a primeira equipe a aproveitar uma solução de ponta de flap semidescolada, combinada com uma outra abertura no quarto traseiro inferior da placa final em 2022 e, mesmo com a FIA forçando todos a repensarem a abordagem na temporada seguinte, eles decidiram fazer o design desde então.

Todas as equipes seguiram o mesmo exemplo, em um grau ou outro, para maximizar os benefícios de desempenho que podem ser alavancados a partir do outwash gerado.

O novo design da McLaren, que possui um conjunto de aletas, descritas pela equipe como “caudas de sereia”, faz com que a equipe substitua as pontas dos flaps semi-destacadas e curvas por variantes mais retas, nas quais os alertas em forma de cauda são montadas.

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