Com sua permanência garantida no grid principal da Fórmula 1 em 2026, Liam Lawson decidiu comentar sobre a responsabilidade de novamente ser o piloto experiente na dupla da Racing Bulls. O neozelandês destacou o aprendizado ao longo da última temporada, quando correu com Isack Hadjar e agora, a equipe deve depender mais dele, já que o segundo assento será ocupado pelo estreante Arvid Lindblad.
Após substituir Daniel Ricciardo em algumas etapas em 2023 e 2024, Lawson logo ganhou uma oportunidade na Red Bull, ocupando o lugar de Sergio Pérez como companheiro de Max Verstappen no início do ano passado. Contudo, o começo complicado do neozelandês o fez perder o assento para Yuki Tsunoda logo no Grande Prêmio do Japão, sendo rebaixado para o time B da marca de bebidas energéticas.
Por conta do desempenho sólido apresentado ao longo da temporada, principalmente na reta final do campeonato foi o suficiente para que Lawson conseguisse se manter no grid principal mais uma vez. O piloto agora acredita ter as qualidades necessárias para ajudar a Racing Bulls a crescer ainda mais, principalmente competindo sob o novo regulamento que entrará em vigor em 2026.
“O carro é novo para mim também. Aprendi muito esse ano, o principal é estar pronto para o ano que vem e levar os aprendizados desse. Como todos os anos, o próximo será muito importante para mim”, comentou Lawson durante entrevista coletiva no GP de Abu Dhabi.
Mas o piloto refletiu que o ano será bastante trabalhoso, precisando de um estilo de pilotagem distinto do atual: “O time pode depender um pouco mais de mim pela experiência, mas só fiz uma temporada. Ainda que tenha aprendido muito, ainda espero ter muitos anos para evoluir. Será um ano muito trabalhoso, especialmente na primeira parte, temos muito a aprender. Para nós, como pilotos, será um estilo de pilotagem muito diferente e precisamos dominar esses carros. Isso provavelmente vai levar algum tempo”, concluiu.