Yuki Tsunoda permanecerá na Red Bull em 2026, mas desta vez como piloto reserva, o que já fez o japonês e sua equipe de gestão avaliar opções para seus próximos passos dentro da Fórmula 1.
Tsunoda até começou o ano bem ao ser promovido para a equipe principal da marca de bebidas energéticas, mas sua temporada como companheiro de Max Verstappen foi bastante desastrosa, com o piloto nem conseguindo assegurar uma vaga na Racing Bulls.
Agora, o piloto japonês terá a chance de usar essa temporada para encontrar uma nova equipe para 2027, já que não terá muito trabalho e ainda sim estará presente no paddock. Caso deseja, Tsunoda pode se inspirar em histórias recentes de companheiros de profissão que precisaram passar por um ano sabático, antes de retornar ao grid da categoria, como: Esteban Ocon, Alex Albon, Sergio Perez e Nico Hulkenberg.
Independente da sua relação com a Honda, marca que o acompanha desde sua estreia na Fórmula 1 e que agora será fornecedora de motores da Aston Martin, que abriria automaticamente uma oportunidade na equipe britânico para Yuki, mesmo sendo uma possibilidade difícil. Contudo, ainda existe duas escuderias que poderiam muito bem ter espaço para o piloto: Alpine e Haas.
A equipe norte-americana que é comandada pelo compatriota de Tsunoda, Ayao Komatsu, pode perder Oliver Bearman ao fim da temporada 2026, caso a Ferrari considere que esse é o momento conveniente para promover o britânico no lugar de Lewis Hamilton. Mas essa possibilidade atrapalharia seu relacionamento com a Honda, já que a Haas tem uma parceria forte com a Toyota, outra marca líder no Japão e que salvaria a carreira de Yuki.
Já o time de Enstone possui uma situação diferente, visto que não utilizará mais motores Renault neste ano, utilizando apenas unidades de potência Mercedes. Com apenas Pierre Gasly garantido até o final da temporada de 2028, mas Franco Colapinto não tem a mesma sorte. O argentino terminou a última temporada em último lugar sem pontuar, mas ganhou mais uma chance de Flavio Briatore para o ano seguinte, mas deixando claro que os recursos estão esgotados.
Mais uma temporada ruim de Colapinto na Alpine acabaria de vez a carreira dele na equipe. Com isso, Tsunoda poderia se aproveitar da oportunidade e representar uma alternativa jovem e experiente, mas teria que disputar a vaga com Paul Aron, formado na academia Alpine.