Muito se foi especulado nos últimos anos que Adriane Galisteu tenha ficado com uma boa herança de Ayrton Senna, seu então namorado falecido em 1994, mas a apresentadora simplesmente não recebeu nenhum bem material desta relação.
Galisteu que namorou o tricampeão mundial de Fórmula 1 entre 1993 e 1994, sempre teve uma fama de “interesseira” e “oportunista” pelo público em diversos momentos, mas o que as pessoas não sabem é que ela própria perdeu até seus próprios investimentos que tinha em uma conta bancária feita por Senna.
Durante uma conversa com o portal Notícias da TV, Adriane Galisteu revelou tudo o que possui de Senna até hoje, não sendo nada do que todos imaginavam.
“Em termos de bens materiais, o que ficou para mim foi um Fiat Uno, esses óculos, que eu carrego para todo lugar e está em todas as fotos relacionadas ao Ayrton, uma escova de dentes e um pijama. Foi o que ele me deixou”, revelou.
No seu documentário lançado pela HBO Max, “Meu Ayrton”, Galisteu declarou que não acessou nenhum dinheiro após a morte do piloto brasileiro: “Tinha um cartão do Banco Nacional, era uma conta que ele abriu para mim. Aí eu liguei e não tinha mais o cartão. Ficou por isso mesmo. Pensava: ‘Ah, esse dinheiro nunca foi meu, né?’.”
A única lembrança material que cara dada por Ayrton para Adriane foi o Fiat Uno Mille Electronic 1993, presenteado pouco antes do acidente fatal que aconteceu em Ímola, em 1994. A apresentadora explicou o significado do veículo: “Era o sonho de qualquer menina da minha época, que era de classe média baixa. Para mim, era um carro muito inalcançável. Ele ficou me olhando e disse: ‘Que carro você quer?'”, relembrou ela, declarando que o carro está “impecável” e raramente sai da garagem.
Já o óculos modelo aviator aparecem em ensaios fotográficos de Senna nos anos 1980 e 1990, sendo os preferidos do piloto e estavam na casa dele em Portugal, onde a apresentadora estava vivendo e local em que recebeu a notícia da morte do amado. A pedido da família, Galisteu teve poucas horas para deixar a residência e depois disso, nunca mais teve contato com nada ou com alguém.