Com aumento no calendário da Fórmula 1 para 24 corridas desde a temporada passada, a busca por novos territórios fez com que alguns lugares tenham perdido seu lugar e ficado para trás na lista da FIA, como no caso de Ímola, que não estará mais no mapa da F1 a partir de 2026.
Novos locais como Miami, Las Vegas e Arábia Saudita foram inclusos no calendário da F1 nas últimas temporadas, enquanto a Espanha deve ter um novo circuito a partir de 2026, sendo uma corrida de rua em Madri. Podem ser adicionados também dois novos grandes prêmios, na Tailândia e África do Sul, que seguem de olho em uma oportunidade.
Uma das pessoas que já demonstraram publicamente estar insatisfeita com o formato do calendário da Fórmula 1, foi o tetracampeão mundial, Max Verstappen, que deixou claro que tudo seria diferente, caso ele comandasse a entidade.
“No final das contas, você espera que uma cultura de automobilismo também se desenvolva nesses países. Mas se dependesse de mim, o calendário seria bem diferente e também teria menos corridas. Os circuitos que, na minha opinião, merecem um ‘status separado’ e sempre pertencem ao calendário, puramente por motivos esportivos, são Spa-Francorchamps, Zandvoort, Silverstone, Imola, Suzuka e Brasil”, declarou Max à revista Formule 1.
Com o calendário expandido para 24 corridas, muitas discussões sobre este assunto se tornou pauta, com Verstappen sempre expressando que o volume de corridas é cansativo para a equipe regular do paddock, que tenta equilibrar a vida pessoal com o trabalho.