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Ayrton Senna e Nelson Piquet ficaram de fora na lista de “magnatas” da F1

Por Leandro Geraldone
25 de dezembro de 2025
Em Últimas notícias
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Ayrton Senna e Nelson Piquet são dos maiores nomes da velocidade e para muitos a grande dupla da velocidade brasileira em toda história. Tendo conquistado três títulos mundiais da Fórmula 1 cada, os rivais conseguiram uma legião de fãs. Entretanto, nem isso foi capaz de garantir um lugar para ambos em uma seleta lista de “magnatas” das pistas.

Em 2024, surgiu antes mesmo do começo da temporada, uma lista dos pilotos com as maiores fortunas na conta bancária. Senna, falecido em 1994, construiu um império avaliado em R$ 400 milhões na época, mas entrou no ranking. Já Piquet, que resolveu seguir na ativa como empresário fora do esporte também não está incluso.

Veja abaixo o ranking dos mais ricos do automobilismo (lista com dados divulgados em 2024)

9. Mario Andretti (R$ 631 milhões)
Um dos maiores nomes do automobilismo dos Estados Unidos, Andretti foi campeão mundial de F1 em 1978. Ele também conquistou títulos na Fórmula Indy e integra o seleto grupo de pilotos que venceram corridas na F1, Indy, NASCAR e World Sportscar Championship. Sua fortuna é estimada em 127 milhões de dólares (R$ 631 milhões).

8. Sebastian Vettel (R$ 680,2 milhões)
O tetracampeão mundial recebeu, durante grande parte da carreira, um dos salários mais altos do esporte. Antes de se aposentar da F1 em 2022, Vettel vendeu parte de sua coleção de carros — mas longe de qualquer crise financeira. Seu patrimônio é avaliado em 136,9 milhões de dólares (R$ 680,2 milhões).

7. Jenson Button (R$ 728,4 milhões)
Antes mesmo do título mundial de 2009, Button já era um dos mais bem pagos do grid. Depois de ser campeão, mudou-se para a McLaren em um acordo lucrativo. Desde a aposentadoria, continua faturando com publicidade e eventos. Seu patrimônio chega a 146,6 milhões de dólares (R$ 728,4 milhões).

6. Kimi Räikkönen (R$ 886,4 milhões)
Além dos altos salários, o finlandês investiu pesadamente em propriedades em seu país. Räikkönen correu de 2001 a 2009, retornou em 2012 e encerrou a carreira em 2021. O campeão de 2007 tem fortuna estimada em 178,4 milhões de dólares (R$ 886,4 milhões).

5. Niki Lauda (R$ 971,3 milhões)
Antes de falecer em 2019, Lauda acumulava patrimônio de 195,5 milhões de dólares (R$ 971,3 milhões). Fora das pistas, destacou-se no mundo dos negócios, vendendo duas companhias aéreas e atuando como consultor da Ferrari e conselheiro da Mercedes.

4. Max Verstappen (R$ 1,04 bilhão)
O tretracampeão mundial figurou entre os atletas mais bem pagos da Forbes em 2023. Apenas naquele ano, recebeu 70 milhões de euros (R$ 376 milhões). Embaixador da EA Sports e apoiado por diversos patrocinadores pessoais, o holandês tem fortuna estimada em 210 milhões de dólares (R$ 1,04 bilhão).

3. Fernando Alonso (R$ 1,02 bilhão)
Um dos pilotos mais experientes do grid, Alonso acumula patrimônio de 260 milhões de dólares (R$ 1,02 bilhão). Além de correr, investe no Complexo Esportivo Fernando Alonso — que inclui museu e kartódromo — e atua como mentor de jovens pilotos.

2. Lewis Hamilton (R$ 1,4 bilhão)
O heptacampeão mundial teve um dos maiores salários da F1 na Mercedes. Sua mudança para a Ferrari reduziu seus ganhos, mas continuou recebendo cifras elevadas — cerca de 40 milhões de euros (R$ 213 milhões), podendo aumentar com bônus. Hamilton possui fortuna estimada em 285 milhões de dólares (R$ 1,4 bilhão) e financia iniciativas voltadas à representatividade, como o Mission 44.

1. Michael Schumacher (R$ 2,9 bilhões)
Desde o acidente de esqui em 2013, pouco se sabe sobre seu estado de saúde, mas Schumacher segue como o piloto mais rico da história da Fórmula 1. Seu patrimônio é estimado em 586,5 milhões de dólares (R$ 2,9 bilhões), muito acima dos demais. Entre 1999 e 2000, foi apontado pela Forbes como o atleta mais bem pago do mundo. A revista EuroBusiness chegou a prever que ele seria o primeiro atleta bilionário da história.

Antes do acidente, Schumacher incentivava doações e causas sociais. Em 2017, foi listado pela Forbes como o quinto atleta mais bem pago de todos os tempos.

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