A Cadillac segue se preparando para estrear oficialmente no grid da Fórmula 1 em 2026 e espera ter o mesmo sucesso da Haas em sua primeira temporada na categoria. A equipe norte-americana foi a última a entrar, com um projeto totalmente novo e surpreendente, conseguindo uma sexta e quinta colocação nas duas primeiras corridas, finalizando o campeonato na oitava posição. à frente de Sauber, Renault e Manor.
É claro que existem vários fatores paralelos entre a Haas e a Cadillac, além do fato de ambas as equipes representarem os Estados Unidos. Outro detalhe é o grande número de peças da Ferrari, incluindo o motor, já que são parceiras próximas como times clientes.
Tudo isso não representa uma desvantagem na disputa pelo pelotão intermediário, como contou Simone Resta, vice-diretor técnico da Mercedes, emprestado pela Ferrari à Haas, há alguns anos: “É um problema a menos com que eles precisam se preocupar”, afirma, acreditando que a Cadillac pode “competir no pelotão intermediário”.
“A Cadillac está investindo muito, contratando muita gente e, pelo que podemos ver de fora, está lidando bem com o problema”, comentou Resta, destacando que as novas regulamentações são outro ponto positivo para a Cadillac.
“Vimos com equipes pequenas, como a que vivenciei na Haas, que é possível começar um novo ciclo com uma equipe pequena e alcançar bons resultados desde o início. Portanto, não se deve subestimá-las. Será um desafio, mas qualquer um pode fazer isso”, finalizou.