O ex-piloto de Fórmula 1, Jolyn Palmer acredita que os comissários no Brasil foram muitos rígidos na hora de seguirem as regras e avaliar o incidente em que o piloto da McLaren se envolveu.
O australiano se envolveu em um incidente com Kimi Antonelli e Charles Leclerc logo nas primeiras voltas do GP do Brasil.
Piastri foi considerado o culpado do ocorrido, que resultou na eliminação do monegasco da Ferrari. O piloto da McLaren foi penalizado em 10 segundos, cumprindo a punição dentro dos boxes durante a parada.
Após o fim da corrida, Piastri defendeu-se da punição, recebendo o apoio de Palmer, que declarou que o australiano tinha direito a mais espaço na pista.
“Como disse Piastri após a corrida, você não pode simplesmente desaparecer quando está dentro do carro de alguém. Assim que os motoristas acionam os freios, eles se comprometem com a posição em que estavam. Você pode soltar os freios para ganhar mais velocidade, mas é praticamente impossível frear com mais força e pular para o lado. Qualquer acionamento adicional dos freios ou da direção depois que os pilotos já estiverem na curva causará o travamento das rodas dianteiras, e foi exatamente isso que aconteceu com Oscar quando ele tentou evitar a colisão.
Na minha opinião, e falando como ex-piloto, parece ser um caso de regras de corrida sendo seguidas de forma muito rígida”, publicou Palmer, em sua coluna sobre F1.
“Quero ver os pilotos dando espaço uns aos outros e disputando roda a roda nas curvas, não apenas correndo para o ápice ou fechando a passagem dos outros porque ‘são donos da curva'”, finalizou.
Por conta da penalização, Piastri terminou apenas na quinta posição da prova, enquanto seu companheiro de equipe, Lando Norris, garantiu a vitória e amentou sua vantagem na liderança do campeonato para 24 pontos.