Já se passaram 31 anos desde o acidente fatal de Ayrton Senna durante o Grande Prêmio de San Marino, mas o assunto sempre torna-se assunto quando os fãs descobrem novos detalhes sobre a vida do tricampeão mundial.
Um destes assuntos é o valor do seguro de vida do brasileiro, visto na autópsia oficial e publicada na Folha de S.Paulo, em maio de 1994.
Um funcionário da empresa seguradora ligou para o IML em Bolonha, buscando saber como andava a autopsia de Senna, algo exigido para que o pagamento fosse feito. O exame era para constatar se o piloto havia tido algum problema antes do acidente, caso o piloto tivesse desmaiado ou tido um ataque cardíaco, o valor iria para o beneficiário.
Por conta da gravidade, muitas motivações foram especuladas, mas a autopsia concluiu que Ayrton faleceu pelo impacto com o muro e que o acidente não teve outra motivação a não perda de controle ou falha mecânica.
Com isso, a seguradora precisou desembolsar 35 milhões de dólares pela morte do piloto brasileiro. Na época, a Williams decidiu não se pronunciar sobre a questão do seguro.