Uma lamentável notícia veio à tona envolvendo um dos grandes nomes na história da Fórmula 1 e certamente chateando os fãs. Os túmulos de Bruce McLaren e de membros de sua família foram alvo de vandalismo na Nova Zelândia.
O fundador da equipe de Fórmula 1 está enterrado no Cemitério de Waikumete, em West Auckland, desde junho de 1970, quando faleceu durante testes de um carro da categoria CAN-AM no Reino Unido. Ele repousa ao lado da esposa, Patricia, que morreu em 2016.
As lápides de McLaren, de Patricia e de seus pais foram danificadas. De acordo com o portal neozelandês Stuff, os danos foram descobertos no fim de setembro por George Stewart-Dalzell, da empresa Grave Guardians, especializada em restauração e manutenção de túmulos no local.

O que foi feito com os túmulos?
Os túmulos haviam sido cobertos com tinta dourada, e carrinhos de brinquedo foram colados sobre a lápide de Bruce e Patricia. Além disso, a frase “até nos encontrarmos novamente, querida” — apagada após o falecimento de Patricia — foi reescrita com tinta dourada.
Um túmulo pertencente à irmã e ao cunhado de McLaren também foi atingido, tendo sido lavado com água sanitária. Mesmo após Stewart-Dalzell iniciar os trabalhos de restauração, acredita-se que o responsável tenha retornado diversas vezes, chegando a remover a proteção instalada sobre os túmulos.
A situação é ainda mais grave, já que outros jazigos próximos, sem relação com a família McLaren, também foram vandalizados. Segundo o Stuff, há indícios de que os autores tenham tentado “corrigir” parte dos danos por conta própria.
“É com tristeza que informamos que os túmulos de Bruce, Patty, Ruth e Pop, no Cemitério de Waikumete, em Auckland, foram recentemente vandalizados”, declarou o Bruce McLaren Trust.
A instituição ainda agradeceu à Grave Guardians, que se ofereceu para realizar os reparos voluntariamente. Enquanto o trabalho estiver em andamento, as lápides permanecerão cobertas e não poderão ser vistas.