A Federação Internacional de Automobilismo (FIA), estaria disposta a liberar a flexibilização das asas a partir da próxima temporada da Fórmula 1, desde que elas respeitem as exigências de segurança. A ideia tem tomando forma dentro das equipes, visto que com introdução da aerodinâmica ativa, a eficácia das peças móveis, que serão reduzidas.
A proposta oficial não foi indicada, porém no paddock durante a prova em Auston, o assunto começou a surgir em vários momentos dentro das equipes. Entre algumas escuderias, houvera uma troca de pontos de vista sobre a ideia, se seria uma boa dar uma nova chance à espinhosa questão das asas flexíveis.
A partir do próximo Grande Prêmio da Espanha, a FIA introduziu limites mais ríspidos em relação à flexibilização, exigindo que as equipes modificassem as asas para aumentar sua rigidez. Três meses depois, as câmeras da entidade confirmaram que mudanças.
Este problema técnico não é algo que acontece recentemente, assim como as tentativas fracassadas de aumentar as cargas que as asas suportam antes das verificações estáticas da FIA. Com a mudança no regulamento técnico da FIA, que entrará em vigor em 2026, quem pense que a única solução será a remoção de todas as restrições, deixando tudo em aberto e tornando as questões mais flexíveis quando se trata de confronto técnico.
Segundo informações do site Motorsport.com, o único aspecto que poderia envolver a FIA diz respeito à segurança. O interesse seria que as asas não quebrassem, dando a sugestão de que algumas equipes incluam entre os componentes sujeitos a crash-testing, atualmente, reservado apenas para zonas de impactos de veículos.
“Você prepara um teste de carga no qual a asa também pode flexionar, mas não pode ceder. Depois que esse teste for aprovado, cabe às equipes aproveitar ao máximo seu conhecimento sobre flexibilidade”, comentou um técnico.