A Fórmula 1 passará por uma das maiores mudanças de regulamento de sua história, com 2026 trazendo novidades nas unidades de potência e um chassi modificado. De acoro com os rumores do paddock, a mudança ocorrerá de maneira semelhante ao que aconteceu em 2014, com a Mercedes sendo a equipe que melhor entendeu o novo conjunto de regras e segundo Carlos Sainz, essa especulação é compreensível.
Durante uma participação ao podcast El Partidazo de COPE, o espanhol comentou sobre os novos motores, detalhando que os veículos serão mais rápidos.
“300 km/h muito mais rápido, mas com menos bateria no final. A bateria será cortada muito cedo na reta. Ou seja, passaremos muito tempo sem potência elétrica total”, declarou o espanhol, que comentou um lado positivo da situação.
No novo sistema, em torno de metade da potência do carro será fornecida pelo motor a combustão, além da outra metade irá depender a parte elétrica. Atualmente, o mecanismo térmico é responsável por cerca de 80% da performance da unidade de potência.
Carlos Sainz fez sua estreia pela Willams nesta temporada, tendo inclusive alcançado um pódio significativo com o time britânico no Azerbaijão, tendo uma ótima visão para o futuro. Tratando-se da próxima temporada, o espanhol revelou que o motor utilizado pela equipe de Grove, cliente da Mercedes, foi um fator crucial para que ele aceitasse se juntar à equipe.
“Confio muito no motor Mercedes. É uma das razões pelas quais vim para a Williams. Tudo o que me dizem sobre a evolução dele é positivo”, finalizou Sainz.