A McLaren foi acusada de levar um ex-piloto a falência, após solicitar uma indenização multimilionária por quebra de contrato. Representantes da equipe papaya compareceram ao tribunal de Londres esta semana, para participar de um processo em meio uma disputa com Alex Palou, estrela da IndyCar.
A McLaren pede cerca de US$ 21 milhões do espanhol, após o piloto quebrar seu contrato com a equipe. Durante as declarações dadas nesta semana no tribunal, foi dito que Palou concordou em outubro de 2022 em se juntar ao time sediado em Woking para a temporada de 2024. Contudo, em agosto de 2023, ele decidiu não cumprir seu contrato.
De acordo com a Agência de Notícias PA, Palou negou que precisaria pagar qualquer tipo de indenização. Os advogados que representam o espanhol da IndyCar afirmou que o valor pedido pela McLaren é “extremamente inflado” e uma tentativa descarada de liquida o “Sr. Palou”.
Os advogados ainda sugeriram que a McLaren mais ganhou do que perdeu desde sua negativa. Após recusar-se a cumprir seu contrato com os papayas, Palou permaneceu trabalhando na Chip Ganassi Racing (CGR), tornando-se o piloto de maior sucesso na história da IndyCar.
Já o representante legal da McLaren, Paul Goulding KC, declarou que Alex Palou: “cinicamente decidiu que uma grande oferta de dinheiro para permanecer na CGR era mais importante do que honrar seu contrato. Ambições pessoais do piloto espanhol superam em muito seu respeito por suas obrigações legais”, comentou o advogado, sugerindo que os danos financeiros e de reputação na McLaren, será a longo prazo.
Já o advogado de Palou, Nick De Marco KC, comunicou que seu cliente assinou um contrato com a McLaren almejando uma vaga na Fórmula 1, porém se decepcionou, fazendo com que a confiança fosse quebrada. O espanhol ainda prestará seu depoimento.