Oficialmente, Christian Horner não é mais funcionário da Red Bull e receberá uma indenização milionária por conta do fim do seu contrato. O britânico terá direito a 60 milhões de euros (pouco mais de R$ 375 milhões), com parte do valor, de acordo com alguns relatos no paddock.
O ex-chefe do time taurino foi demitido no dia 09 de julho, pouco tempo depois do GP da Grã-Bretanha, finalizando um “casamento” de 20 anos, após uma drástica queda de rendimento e separação de boa parte da equipe, com saídas de importantes nomes dentro da equipe, incluindo Jonathan Wheatley e Adrian Newey.
O britânico ainda foi investigado pela Red Bull GmbH, após alegações de uma ex-funcionária, que o acusou de comportamento inapropriado, em fevereiro de 2024, o que ele sempre negou ter acontecido.
Na época da demissão, Horner se afastou de imediato suas funções operacionais na Red Bull GmbH, além do comando a Red Bull Racing e Red Bull Powertrains, enquanto seus advogados negociavam sua indenização com a empresa.
Segundo a publicação holandesa Telegraaf, os advogados de Horner concordaram com um pacote de 60 milhões de euros, valor total do longo período em que o ex-chefe trabalhou na equipe.
A publicação ainda relatou que o britânico estaria livre para assinar um contrato com outra equipe a partir de 2026, porém apenas em abril, visto que ele precisa cumprir um período de nove meses a partir de sua demissão.
É importante ressaltar que o valor oficial que será recebido por Horner, será publicado nas demonstrações financeiras oficiais da Red Bull, que será publicada na Companies House, antes do dia 30 de setembro de 2026.