A Cadillac segue preparando sua estreia no grid principal da Fórmula 1 e agora, buscam um patrocinador principal que esteja disposto a desembolsar cerca de US$ 70 milhões (pouco mais de R$370 milhões).
Segundo uma reportagem do Sports Business Journal, onde comenta sobre uma operação apoiada pela General Motors, que pede US$ 55 a US$ 70 milhões pelos direitos de nomeação para temporada inicial no campeonato.
A Cadillac se tornará a 11ª equipe do grid, após um processo turbulento de seleção que iniciou em fevereiro de 2023. Naquela época, o nome do projeto precisou ser modificado após a rejeição inicial da F1, atitude que desencadeou uma investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
Com isso, a equipe norte-americana enfim foi admitida, porém com um nome diferente e o restante permaneceu as mesmas coisas. A administrada pela TWG Motorsport, a operação contará com o apoio da montadora General Motors, que emprestou sua marca Cadillac para à operação.
Contudo, a equipe está buscando um patrocinador principal além de ter o nome Cadillac. O patrocínio de títulos geralmente custam muito caro, dependendo claro de qual seria a equipe tratada, com uma grande faixa de preço disponível no paddock.
É recomendado que aqueles que vivem na ponta do campeonato consigam captar algo em torno de US$ 100 bilhões anuais, com a Oracle e a Mastercard sendo indicadas como estando nesta área com seus altos acordos com a Red Bull Racing e a McLaren, respectivamente.
Segundo a reportagem do SBJ, a Cadillac foi ao mercado em busca de uma frota de posições de patrocínio. Além de um patrocinador principal, o time norte-americano buscando garantir vagas de parceiros premium, de equipe, oficial e fornecedor.
Para que isso aconteça, a empresa informou ter adentrado em diversas agências, onde busca fortalecer seu quadro de patrocinadores, que inclui Tommy Hilfiger e Jim Beam.