Quem gosta de velocidade, acompanhar a Fórmula 1 é o melhor esporte do planeta. A principal categoria automobilística do mundo reúne importantes nomes no seu grid principal, que competiram com jovens promessas que tentam colocar seu nome na história da competição e assim, conquistar algo importante com sua equipe.
Por ser uma bela apresentação dentro das pistas, mas que traz riscos, a categoria oferece salários rentáveis para seus pilotos, porém o montante depende da sua história ou equipe no grid.
Em 2017, o brasileiro Felipe Massa desistiu a sua aposentaria e aumentou seu vínculo com a Williams, recebendo cerca de 4,7 milhões de euros como salário. O valor é totalmente fora da realidade de Lance Stroll, na época, seu companheiro de equipe que recebia apenas 940 mil.
O maior montante ficou para os pilotos Fernando Alonso e Lewis Hamilton, que na época atuavam pela McLaren e Mercedes, respectivamente, cada qual recebendo 18.700.000 euros.
Confira abaixo os valores do grid principal da Fórmula 1 naquele ano.
Salários da Fórmula 1 em 2017
- Fernando Alonso (McLaren): 18. 700.000 euros
- Lewis Hamilton (Mercedes): 18.700.000
- Sebastian Vettel (Ferrari): 14.100.000
- Daniel Ricciardo (Red Bull): 11.300.000
- Nico Hülkenberg (Renault): 9.400.000
- Max Verstappen (Red Bul): 6.600.000
- Romain Grosjean (Haas): 6.600.000
- Valtteri Bottas (Mercedes): 5.600.000
- Kimi Räikkonen (Ferrari): 5.600.000
- Sergio Pérez (Force India): 4.700.000
- Felipe Massa (Williams): 4.700.000
- Stoffel Vandoorne (McLaren): 2.800.000
- Esteban Ocon (Force India): 1.900.000
- Kevin Magnussen (Haas): 1.400.000
- Carlos Sainz (Toro Rosso): 1.400.000
- Jolyon Palmer (Renault): 940.000
- Lance Stroll (Williams): 940.000
- Daniil Kvyat (Toro Rosso): 940.000
- Marcus Ericsson (Sauber): 940.000
- Pascal Wehrlein (Sauber): 470.000