Após não ser um dos escolhidos para compor o grid da Cadillac na Fórmula 1 2026, Mick Schumacher decidiu acabar qualquer tipo de possível vínculo com a escuderia norte-americana e rejeitou a possibilidade de ser reserva, enquanto corria com as cores da montadora no Mundial de Endurance (WEC).
Agora, o alemão negocia com a McLaren para defender a equipe na categoria de corridas de resistência, além da sua permanência na Alpine, que até o momento não foi descartada, mas parece improvável de ocorrer.
A oferta da Cadillac para Schumacher era atraente: uma vaga como reserva na Fórmula 1, titular em uma das principais equipes do WEC e um salário maior que o atual. Porém, o filho do heptacampeão mundial, Michael Schumacher, não aceitou.
Não se sabe qual foi o motivo da desavença entre as partes, se seria a F1 ou no WEC, porém é fato que Mick teria menos liberdade com a Jota Cadillac, do que a atual. Na Alpine, o alemão possui alguns privilégios, como receber a maioria dos pneus novos nos treinos livres e os cuidados em todas as sessões de classificação desde o início de 2025.
A montadora norte-americana, por outro lado, estabelece os mesmos termos de contrato de todos seus pilotos, assim como a remuneração, independente da fama. Essa mudança não ocorreu nem mesmo com o título mundial de F1 de Jenson Button, que chegou na equipe de WEC sem privilégios de campeão.
Como todos sabem, Mick busca uma vaga no grid principal da F1, mesmo tendo chances remotas de conseguir tal objetivo. A única vaga que provavelmente ficará aberta é na Alpine, para correr ao lado de Pierre Gasly, mas a equipe não possui planos de contratá-lo, assim como sua permanência no time francês de WEC, que é vista como improvável.
Segundo o portal The Race, o alemão está em negociações com a McLaren, que irá estrear no WEC em 2027 e terá o próximo ano para desenvolver seu hipercarro. Schumacher ainda considerou migrar para Indy, porém não surgiu nenhuma proposta concreta, fazendo com que ele permaneça nas corridas de resistência.