Uma das profissões esportivas mais rentáveis do mundo é a Fórmula 1, com salários astronômicos, fazendo valer a pena o espetáculo dentro das pistas. Atualmente o mais bem pago do grid, Max Verstappen recebia 450 mil euros (R$ 2 milhões), um valor considerado “modesto” em 2015, principalmente comparado a nomes sem tanto prestígio como Valtteri Bottas, que recebia 3 milhões de euros (cerca de 13,5 milhões, na cotação da época).
Na época, Lewis Hamilton chegava a competição como campeão, mas tinha apenas o segundo maior salário da F1. O britânico recebia uma valor menor que o de Fernando Alonso.
Confira os salários de 2015
- Fernando Alonso (McLaren) – 36,5 milhões de euros;
- Lewis Hamilton (Mercedes) – 28,5 milhões de euros;
- Sebastian Vettel(Ferrari) – 27.5 milhões de euros;
- Nico Rosbet (Mercedes) – 16,8 milhões de euros;
- Jensen Button (McLaren) – 10,6 milhões de euros;
- Kimi Raikkonen (Ferrari) – 6,4 milhões de euros;
- Daniel Ricciardo (RBR) – 5 milhões de euros;
- Felipe Massa (Williams) – 4 milhões de euros;
- Nico Hulkenberg (Force India) – 3,6 milhões de euros;
- Valtteri Bottas (Williams) – 3 milhões de euros;
- Romain Grosjean (Haas) – 2,9 milhões de euros;
- Sergio Pérez (Force India) – 2,9 milhões de euros;
- Pastor Maldonado (Renault) – 2,9 milhões de euros;
- Daniil Kvyat (RBR) – 680 mil euros;
- Max Verstappen (Toro Rosso) – 450 mil euros;
- Carlos Sainz (Toro Rosso) – 340 mil euros;
- Felipe Nasr (Sauber) – 170 mil euros;
- Marcus Ericsson (Sauber) – 170 mil euros;