A Cadillac anunciou nesta terça-feira (26/08), que Sergio Pérez e Valtteri Bottas serão seus pilotos na temporada de estreia da equipe na Fórmula 1. Contudo, os pilotos que não foram escolhidos podem manter a esperança visto que ainda restam seis vagas para 2026.
Boa parte das equipes já determinou que manterá suas formações atuais para o próximo ano, porém alguns lugares serão vagos ai final de 2025. Um desses assentos será na Red Bull, visto que apenas Max Vertappen possui vínculo com a equipe até 2028 e Yuki Tsunoda está praticamente fora do time austríaco ao fim da temporada, além da subsidiária Racing Bulls, que também não definiu nada sobre seu futuro.
Outra equipe que está em busca de um novo piloto é a Alpine, que tenta encontrar um companheiro para Pierre Gasly, após as escolhas falhas de Jack Doohan e Franco Colapinto.
Mesmo com o chefe Toto Wolff afirmando que George Russell e Andrea Kimi Antonelli permanecerão pilotando o carro da Mercedes, nenhum contrato foi assinado, ou seja, dois assentos que permanecem vagos. O chefe da equipe alemã gosta de fazer esses “joguinhos” de não manter todas as opções abertas, além de não priorizar contratos longos com os pilotos.
Esse foi o principal motivo da insatisfação de Lewis Hamilton em 2023, quando o britânico teve uma tentativa de renovação demorosa por conta de Toto, que ofereceu um acordo “um mais um”, não ofertando um contrato de mais de uma temporada, como desejado pelo heptacampeão mundial, que decidiu se aventurar na Ferrari a partir de 2025.
Veja abaixo tudo o que se sabe sobre as vagas restantes
Red Bull – um assento
O futuro de Yuki Tsunoda deverá ser longe do box da equipe austríaca em 2026. É claro que não é de hoje que tudo o que acontece de errado na equipe “é culpa do segundo piloto”, visto que o carro é totalmente criado para as prioridades de Max Verstappen, obrigando o outro automobilista a ser acostumar com algo que não foi feito para ele, assim como ocorreu com Sergio Pérez e Liam Lawsona, agora com o japonês.
Vivendo o pior momento da sua carreira, Yuki carrega o peso de não está fazendo boas provas na temporada e viu nomes surgirem como possíveis substitutos, para a atual e a próxima temporada. Uma das possibilidades levantadas foi a chegada de Alex Palou, estrela da IndyCar.
Outra possibilidade é Isack Hadjar ganhar uma promoção, que tem sido bastante elogiado na sua temporada de estreia no grid principal da F1. Outra jovem promessa que entra na briga é Arvid Lindblad, que demonstrou todo seu potencial no TL1 em Silverstone.
Racing Bulls – dois assentos
Os contratos de Isack Hadjar e Liam Lawson são válidos apenas até o fim de 2025, deixando os dois pilotos com o futuro em aberto. A situação do neozelandês é mais complicada, visto que seu início complicado na Red Bull, o deixou com a confiança baixa, além de tê-lo desvalorizado na visão de quem comanda as equipes irmãs.
O franco-argelino é o candidato favorito para ocupar o assento ao lado de Max Verstappen, na Red Bull na próxima temporada, porém ele resiste as investidas da equipe principal, temendo ter o mesmo futuro dos demais pilotos que foram promovidos.
Alpine – um assento
A equipe está buscando qualquer piloto forte o bastante para ajudar Pierre Gasly a pontuar no campeonato em 2026. Após tentativas falhas com Jack Doohan no começo do ano e a derrocada final com Franco Colapinto, é inevitável não buscar outro automobilista para ocupar a vaga.
Mercedes – dois assentos
Após conversas avançadas com Max Verstappen, a Mercedes levou “um banho de água fria”, quando o holandês decidiu permanecer na Red Bull. Com isso, o chefe Toto Wolff decidiu permanecer com Russel e Kimi Antonelli para a próxima temporada, porém nenhum contrato ainda foi firmado oficialmente.