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FIA fez importante revelação sobre os carros da F1 a partir de 2026

Por Nelly Sandra
22 de agosto de 2025
Em Últimas notícias
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As novas mudanças feitas no regulamento da F1 para 2026, se tornaram um dos assuntos mais discutidos no paddock da Fórmula 1. O diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis, declarou ter sido surpreendido com o foco nos tempos de volta dos novos carros para a próxima temporada, admitindo que os veículos podem ser “entre um e dois segundos e meio mais lentos”.

Com base em suas primeiras corridas no simulador, os pilotos comentaram sobre a “sensação diferente” que sentiram, enquanto também surgiram perguntas sobre se a Fórmula 1 se tornará apenas mais um de “campeonato de gerenciamento de energia”.

Uma nova variável que aparece como terceira opção, aparece com frequência relacionado aos de tempos de volta dos novos veículos. Gerando menos downforce, os tempos de serão alcançados de forma mais diferente em 2026, com os carros sendo mais rápidos nas retas do que a atual geração, porém muito mais lento nas curvas.

No geral, a aproximação da geração de carros da Fórmula será levemente mais lenta, porém de acordo com a FIA, não ao ponto dos fãs notarem com facilidade.

“Em primeiro lugar, fico um pouco surpreso com a ênfase que é dada aos tempos de volta reais. Tivemos várias fases do esporte em que os carros eram mais lentos ou mais rápidos, e acho que quando você se acostuma, não há problema. Se você sai de um simulador ou na vida real e passa de um carro para outro que é um segundo e meio mais lento, você inicialmente pensa ‘esse não é um bom carro’, porque você sente esse segundo e meio. Mas acho que, depois de pilotar um pouco, isso realmente não importa”, respondeu Tombazis, em entrevista ao Motorsport.com.

Segundo o dirigente, isso não será aplicado apenas aos pilotos, mas também nos fãs da categoria.

“Eu realmente não acho que os tempos de volta serão um fator importante quando as pessoas se acostumarem com esses carros. Acho que é um comentário que você faz inicialmente quando vê o delta , mas não acho que será um fator francamente, nem será muito diferente de agora”, finalizou.

O diretor de monopostos ainda compartilhou que a primeira indicação dos tempos de volta do próximo ano, deverá ser no início mais lentos, mas haverá uma evolução que os ajudará a ganhar velocidade, como visto durante as simulações.

A maior dúvida ficará para a FIA, já que a entidade não saberá os níveis concretos de downsforce de todas as equipes componentes do grid.

“Para ser justo, não temos dados de todas as equipes, não sabemos os níveis exatos de downforce de todas as equipes. Potencialmente, algumas equipes que não acertaram inicialmente podem ser um pouco mais lentas do que nossas simulações, mas não esperamos que os tempos de volta sejam um ponto de discussão”, finalizou Nikolas Tombazi, comentando que o mais importante são as corridas próximas dos tempos reais.

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